Porque decidi aceitar fazer a campanha do pré-candidato a deputado Célio Alves?

Encontro selou a parceria

Porque decidi aceitar fazer a campanha do pré-candidato a deputado Célio Alves?

Muitos, lamentavelmente e de forma unilateral, sem conhecimento de causa, irão já dizer: Porque ele paga.

Mas os que me conhecem, sabem que não sou mercenário. Sou movido a amor, causas nobres e justas. Sendo que na política, só represento quem acredito e quem quero!

Célio, um homem simples sem ser simplório.

Célio, um homem despido de vaidade, gente da nossa gente e que tem na sua voz a voz de muitos que nunca tiveram ou terão voz.

Célio, um homem que nasceu em Mari, que cedo conheceu as agruras do Nordeste, as agruras da vida.

Que já passou por aqui, por ali e por acolá. Célio, é da Paraíba que tanto ama, sem local certo. Fixou residência em Guarabira, mas é um nômada com morada fiscal.

Célio, cedo percebeu e teve que entender, que a vida não era fácil. Com 13 anos,  vendia picolés na rua, este, sabe o que é trabalhar. Não tinha cargo fantasma, o lugar dele era a vender picolés onde calhava. Aqui, ali e acolá.

Estudou, fez-se homem, aproveitou as faculdades cognitivas, como a inteligência e a voz.

Tirou o seu curso, o primeiro da sua humilde família a ir para a universidade, o primeiro a ser formado.

Mas a família deu-lhe muito mais que uma formatura, deu-lhe valores, que fazem dele um homem íntegro, honesto, coerente e competente. Sem medo dos oligarcas e sempre disposto a enfrentar os capitães donatários e os coronéis que lhe foram aparecendo pela vida.

Chegou a Secretário Executivo de Comunicação do Estado da Paraíba e a Presidente do PSB, de Guarabira. Onde, mais uma vez demonstrou competência, lealdade e que era e é um profissional exemplar.

Nunca se passeou nos areópagos da fama, nem foi protegido pelo poder político. Sempre humilde, como aquele moço que vendia picolés.

Um servidor por vocação, um inconformado por natureza. Um homem, que hoje é jornalista, radialista e jurista. Mas continua com o coração do menino que vendia picolés.

Não aceita, Senhores feudais, ele sabe que a Paraíba é de todos e não só de alguns.

Em conversa informal, diz-me o Célio: “Lourenço, não quero que os jovens da minha área, brejo paraibano, tenham de sair daqui como eu tive, na procura de um trabalho, de um sonho, de um destino, à sorte e por vezes sem sorte.  Tenho de fazer algo. Vou ser Pré Candidato a Deputado. Vou mudar a velha política, do abraço, da palmadinha nas costas, vou enfrentar homens poderosos e com dinheiro, eu só tenho a minha/nossa voz, inteligência e muita vontade de mudança.”

Este, é o Célio, jurista, radialista, jornalista, vendedor de picolés, aquele mesmo Célio, que mora aqui, ali e acolá.

Sei que já todos, até os mentecaptos, já entenderam porquê estou do lado de Célio. Porque acredito nele e quero fazer história com ele.

Já me alonguei em demasia no texto. Eu sou o Lourenço, que nem sou daqui, nem dali, nem dacolá. Sou do mundo. A minha pátria, é onde estou e onde me querem. Sou um paraibano com uma nacionalidade diferente.

Uma coisa é certa, vamos estar na luta. Nas ruas, no meio do povo que é povo como nós, jantaremos na rua, comeremos à mão, sentaremos no chão. Somos gente da nossa gente.

Depois de lerem um pouco do Célio, talvez, já entendam porque Célio merece a vossa confiança.

Queremos muitos vendedores de picolés ao nosso lado, vendedores de tudo, agricultores, serventes, domesticas, empregados, desempregados, jovens, velhos, meia idade, médicos, advogados, analfabetos. Todos seremos um só e Célio será a voz de todos.

Não sou eu que sou baixo, o Célio é que é alto! Deve ter sido dos picolés!

José Lourenço – (consultor natural de Porto, Portugal, com atuação em campanhas para o Parlamento Europeu)

STF arquiva investigação contra Aguinaldo Ribeiro na Lava Jato

Aguinaldo Ribeiro foi Ministro das Cidades no Governo Dilma Roussef

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal) decidiu arquivar investigação sobre sete parlamentares do Partido Progressistas (PP) e que envolviam repasses da empreiteira Queiroz Galvão ao diretório da legenda nas eleições 2010, investigados pela Operação Lava Jato.

O inquérito apurava o repasse de R$ 2,74 milhões “sob o disfarce de doações eleitorais oficiais” do grupo Queiroz Galvão ao diretório nacional para distribuição aos parlamentares candidatos à reeleição pelo PP.

Com a decisão, não serão mais investigados nesse inquérito os deputados Aguinaldo Ribeiro, Simão Sessim, Roberto Balestra, Jerônimo Goergen, Eduardo da Fonte, Mario Negromonte Júnior e Waldir Maranhão, que hoje está no PSDB.

Aguinaldo Ribeiro, Eduardo da Fonte e Arthur Lira e o senador Ciro Nogueira (PI) continuam sendo investigados por um outro repasse, de R$ 1,6 milhão envolvendo um suposto contrato fictício realizado em 2011. Nesse caso, Fachin concedeu prazo de 60 dias para que sejam feitas diligências pela Polícia Federal.

O pedido foi feito pela Procuradoria Geral da República, que argumentou que não havia indícios mínimos de prova para manter a investigação.

Também a pedido da PGR, Fachin determinou o envio das investigações o vice-governador do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região. À época dos fatos investigados, ele era presidente nacional do PP.

Segundo a Procuradoria, ele não tem foro privilegiado no Supremo, e a investigação deverá continuar na segunda instância da Justiça Federal.

ManchetePB com G1

Prefeitos se reúnem e definem o Raízes do Brejo edição 2018

Prefeitos e representantes de oito municípios da Região do Brejo da Paraíba (sendo que 9 fazem parte da Rota), estiveram reunidos na tarde desta quarta-feira (18) na Fazenda Flores zona rural de Serra da Raiz. Na pauta, a Rota Cultural Raízes do Brejo edição 2018.
Com a participação da diretoria do Fórum de Turismo do Brejo, os gestores aprovaram a entrada do município de Pirpirituba na Rota Cultural além de definirem para o dia 14 de setembro a abertura do Raízes do Brejo. A edição 2017 foi avaliada como de grande sucesso.
Estiveram presentes a prefeita de Serra da Raiz e anfitriã Adailma Fernandes, Joyce Renally (Duas Estradas), Renata Chris (Belém), Gilene Cândido (Borborema), Fabiano Pedro (Lagoa de Dentro), Didiu (Pirpirituba), além de representantes de Alagoinha e Dona Inês, faltando apenas de Pilõezinhos.
ManchetePB com Felipe Silva

Efraim Filho anuncia que 10 municípios paraibanos vão receber Cartão Reforma

Efraim Filho (DEM)

O deputado federal Efraim Filho (DEM/PB) confirmou que o Ministério das Cidades publicou na edição dessa segunda-feira (16) do Diário Oficial da União a portaria com o resultado da seleção de propostas para participação no Programa Cartão Reforma, lançado em março nos termos do Edital 001/2018.

Na Paraíba foram selecionados 12 projetos apresentados pelos municípios de Alagoa Grande, Bananeiras, Guarabira, Jacaraú, João Pessoa, Pombal, São Bento, Solânea, Sousa e Vista Serrana, totalizando R$ 9 milhões para beneficiamento de aproximadamente 1.580 famílias.

Os projetos aprovados para Bananeiras (conjunto residencial Major Augusto Bezerra), São Bento (conjunto residencial Belarmino Lúcio) e Solânea (conjunto residencial Centro/Comunidade do Baixio), estão entre os 10 municípios contemplados, onde serão aplicados quase R$ 3 milhões em favor de 450 famílias residentes nos conjuntos habitacionais selecionados.

O Programa Cartão Reforma, gerido pela Secretaria de Habitação do Ministério das Cidades tem como objetivo elevar a qualidade de vida urbana por meio de melhoria habitacional para famílias de baixa renda, sem necessidade de construção de novas unidades.

O deputado federal Efraim filho (DEM) destacou o projeto. “A medida visa atender principalmente a população residente em domicílios próprios, considerados inadequados, a solução proposta pelo Ministério são para melhoria de esgotamento sanitário, adensamento excessivo de moradores, cobertura inadequada, ausência de unidade sanitária domiciliar exclusiva, alto grau de depreciação ou obras não concluídas, além de estimular a atividade econômica, o comercio varejista local e a indústria de materiais de construção, ampliando as vendas no setor”, disse.

Os municípios não contemplados têm até amanhã para recorrer, enviando os recursos para o e-mail [email protected]

Rafael San

Bispo e padres acusados de desviarem dízimo deixam prisão

Bispo deixou a carceragem

Desembargadores aprovaram, por unanimidade, o habeas corpus do bispo Dom José Ronaldo Ribeiro e os outros padres presos na operação que apurou desvio de mais de R$ 2 milhões em dízimos da Diocese de Formosa. A decisão é de 13h20 desta terça-feira (17), e o alvará de soltura deve ser expedido até o final do dia.

A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) confirmou ao G1 que os documentos estão sendo confeccionados. Depois, o documento será enviado ao Fórum de Formosa e, então ao presídio da cidade. O advogado do bispo, Lucas Rivas, disse que pautou a defesa em três pontos.

“[Argumentamos] Que não procedem as alegações de associação criminosa, que o dom Ronaldo não representa risco à instrução criminal e que também não representa risco à ordem publica”, declarou.

O julgamento era específico para um pedido feito pela defesa do bispo, mas, após sustentação oral de Rivas, os desembargadores decidiram estender a decisão ao restante do grupo. O advogado impetrou oito habeas corpus para pedir a soltura de Dom José Ronaldo.

Advogado dos outros sete detidos, Thiago Santos Aguiar de Pádua disse que as provas do MP-GO não se sustentam. “Daquela fumaça toda produzida pelo promotor e pelo juiz, fica clara a perseguição religiosa”, declarou.

Os desembargadores determinaram que o passaporte do bispo ficará retido, ou seja, ele está proibido de sair do país.

Prisões

Além de Dom José Ronaldo Ribeiro, o juiz eclesiástico Tiago Wenceslau, o monsenhor Epitácio Cardozo, três padres e dois empresários estão presos desde 19 de março apontados como envolvidos no esquema. Os oito estão em uma ala isolada do recém-inaugurado presídio da Formosa.

Cela dividida pelo bispo Dom José Ronaldo e outros presos em operação que apontou desvio de mais de R$ 2 milhões de dízimos da Diocese de Formosa (Foto: Douglas Chegury/Arquivo Pessoal)

A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informouàs 14h ainda não ter sido comunicada sobre o habeas corpus.

O juiz Fernando Oliveira Samuel, da 2ª Vara Criminal de Formosa, determinou em 27 de março o bloqueio de bens dos seis clérigos, dois empresários e do secretário da Cúria. O limite é de até R$ 1 milhão por cada. Também foi autorizada a quebra do sigilo bancário e fiscal dos acusados.

Gestor temporário da Diocese de Formosa e arcebispo de Uberaba (MG), Dom Paulo Mendes Peixoto criticou o bispo preso e disse que recebeu “caixa vazio e com dívida”. A nomeação dele foi feita pelo Papa Francisco. Ele auxiliará nas atividades da paróquia da região até que seja nomeado um novo bispo.

Investigações

As investigações sobre o desvio de dízimo começaram no ano passado, após denúncias de fiéis. Eles afirmaram que as despesas da casa episcopal subiram de R$ 5 mil para R$ 35 mil desde a chegada do bispo Dom José Ronaldo, em 2015. Na ocasião, o clérigo negou haver irregularidades nas contas da Diocese de Formosa.

Segundo o MP-GO, o grupo se apropriava de dinheiro oriundo de dízimos, doações, arrecadações de festas realizadas por fiéis e taxas de eventos como batismos e casamentos. Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça foram usadas na apuração. O grupo teria comprado uma fazenda de gado, carros de luxo e uma lotérica com os recursos.

A operação culminou com apreensões em Formosa, Posse e Planaltina. Durante as apreensões, foi encontrado dinheiro escondido em fundo falso de armário.

Dinheiro apreendido em fundo falso do guarda-roupa do vigário-geral de Formosa, em Goiás, durante Operação Caifás (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

Outras acusações contra o bispo

O advogado Lucas Rivas disse que não vai comentar as acusações que surgiram contra o bispo fora do processo. Entre elas, está o uso de cartões da Igreja para compra de bebidas alcoólicas. De acordo com boletim de ocorrência, houve gasto de R$ 4 mil indevidamente.

Boletim de ocorrência registrado por funcionário da diocese de Formosa Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

ManchetePB com G1-GO

Deputado defende Efraim Morais para vice e acusa PT de fazer a velha política

Efraim Filho (DEM)

Aliado fiel do governador Ricardo Coutinho (PSB), o partido Democratas tem um espaço praticamente sacramentado na chapa majoritária nas eleições de 2018. O deputado federal Efraim Filho, apesar de evitar falar sobre qual vaga seria de preferência do partido e o nome a ser colocado, sinalizou que seu pai, o presidente do DEM na Paraíba, Efraim Morais, pode ser o vice de João Azevêdo (PSB).

“Não se discute nomes agora, eu acredito que é hora de buscar espaços, um debate interno dentro dos partidos que compõe a nossa aliança. Um diálogo plural, coletivo, algo que vai ser construído. Não existe imposição, existe diálogo. Existem duas vagas na chapa, uma de senador e uma de vice-governador, que podem ser ocupadas pelo Democratas. […] Quem sabe Efraim Morais não dá aí um bom vice-governador ao lado de João Azevêdo”, declarou.

O líder do DEM na Câmara Federal ainda destacou o papel de destaque o partido vem ocupando nas últimas eleições, sendo, segundo ele, “o fiel da balança”. “O Democratas é um partido que tem envergadura política, vinte prefeitos na Paraíba. Vem sempre fiel da balança nas últimas eleições, ajudando a buscar seguimentos”, afirmou.

Alvo do PT, que veta na Paraíba participação de partidos adversários em campo nacional na sua chapa, como o DEM, o deputado federal Efraim Filho (DEM) classificou a postura da direção estadual petista de retrógrada.

“A velha política é a dos extremos e do isolamento. Esquerda versus Direita caiu com o muro de Berlim. A nova política é a do diálogo. Estamos nela”.

Rafael San 

Operação desarticula esquema de R$ 15 milhões em venda de madeira

Imagem da internet

Um homem foi preso no bairro do Geisel, em João Pessoa, na manhã desta terça-feira (17) em uma operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) que visa combater o comércio ilegal de madeiras pelo estado.  Três mandados de busca e apreensão também estão sendo cumpridos.

O esquema movimentou pelo menos R$ 15 milhões. De acordo com as investigações feitas pelo Gaeco, cerca de cinco empresas são vítimas de um sistema de  sonegação. O prejuízo aos cofres públicos pode chegar a R$ 3 milhões.

Participam da operação nesta manhã de terça-feira promotores de Justiça, duas equipes do Gaeco e quatro auditores fiscais da Secretaria de Estado da Receita.

A investigação do ilícito criminal durou pelo menos um ano e meio. Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pelo Poder Judiciário da Comarca de Mari.

Os envolvidos praticaram crime contra a ordem tributária, falsidade ideológica e estelionato.

ManchetePB com MaisPB

Morre o ex-deputado federal paraibano José Luís Clerot

Ex-deputado faleceu aos 82 anos (Foto: Reprodução/YouTube)

O ex-deputado federal e ex-ministro do Superior Tribunal Militar (STM), José Luís Clerot, morreu no fim da tarde desta segunda-feira (16), vítima de problemas cardíacos, aos 82 anos de idade, na residência dele, em Brasília. De acordo com o sobrinho, Guto Clerot, os problemas de saúde do ex-parlamentar, que também sofria de diabetes, se agravaram após ele ter se submetido a uma cirurgia de ponte de safena e a colocação de um marca-passo no coração.

O sobrinho de Clerot disse ainda que o velório e sepultamento serão nesta terça-feira (17), na Capital Federal, onde o tio residia há anos. Há possibilidade de o corpo ser cremado e as cinzas trazidas para a Paraíba, terra natal.

José Luís Clerot foi eleito em 1986 como deputado federal pelo PMDB e era amigo pessoal do ex-presidente José Sarney.  Em 1994, teve nome lembrado para ser vice de Antonio Mariz na disputa pelo governo do Estado, mas concorreu à reeleição e ficou em quinto lugar na disputa.

Em 1998 concorreu à reeleição e, apesar de ter obtido 43.867 votos, não conseguiu o terceiro mandato, ficando como suplente. Reassumiu o mandato entre maio e julho de 2000. Em 2002 tentou novamente a disputa, mas conseguiu apenas 616 votos do eleitorado paraibano.

Embora permanecesse afastado do cenário político por opção própria, filiou-se ao PSDB em 2006 para tentar uma vaga de deputado federal pelo estado de Roraima, angariando 1.680 votos, ficando como suplente. Voltou ao PMDB em 2009 e concorreu novamente a uma vaga de deputado federal pelo estado da Paraíba, e novamente não obteve êxito, ficando com 12.740 sufrágios. Desde então, afastou-se da carreira política.

O ex-deputado José Luís Clerot nasceu em Mamanguape, no Litoral Norte da Paraíba, a 52 km de João Pessoa, no dia 9 de março de 1936. Era filho de Leon Francisco Clerot e de Luzia Barbosa Ramalho Clerot. Era casado com Heloísa Maria Martins Clerot, com quem teve três filhos.

Outros cargos

Em 1955, Clerot foi eleito presidente da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), na qual permaneceu até 1957. A partir desse ano, tornou-se oficial de gabinete do ministro da Educação e Cultura, Clóvis Salgado, no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, função que exerceria até 1960. Em 1958 ingressou no curso de direito da Universidade Católica de Petrópolis (RJ). Com a transferência da capital do Brasil para Brasília em 1960, dois anos depois se tornou assessor do prefeito do novo Distrito Federal, Ivo de Magalhães. No ano seguinte foi nomeado oficial e depois subchefe de gabinete do ministro do Trabalho e Previdência Social, Almino Afonso. Ainda em 1963 foi servir como oficial de gabinete da Presidência da República, cujo titular, João Goulart (1961-1964), viria a ser deposto pelo movimento político-militar de 31 de março de 1964, dando início a um ciclo de governos militares que duraria 21 anos.

Em 1969 foi eleito membro do conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, secção do Distrito Federal (OAB-DF). Em 1971, tornou-se diretor regional e membro do grupo brasileiro da Associação Internacional de Direito Penal. Deixando o conselho da OAB-DF em 1973, dois anos depois ingressou no conselho federal dessa instituição e, no ano seguinte, tornou-se membro efetivo do I Fórum Nacional de Debates sobre Ciências Jurídicas e Sociais, em Brasília. Em 1977, saiu do conselho federal e reingressou no conselho da OAB-DF, onde permaneceu até 1979. Em 1980, iniciou sua carreira política filiando-se ao recém-criado Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).

Nas eleições de novembro de 1982, concorreu a uma cadeira de deputado federal pelo Rio de Janeiro na legenda peemedebista, conseguindo uma suplência. De volta ao conselho federal da OAB em 1985, tornou-se membro titular da comissão de reforma administrativa. Em 1986 foi nomeado ministro togado do Superior Tribunal Militar (STM), assumindo a função no dia 15 de dezembro.

Como ministro do STM, Clerot fez parte das comissões de Reajustamento Geral das Remunerações dos Integrantes dos quadros de pessoal do STM e de Auditorias da Justiça Militar. Em 1987, passou a integrar a Comissão Nacional Criança e Constituinte, do Ministério da Educação e Cultura (MEC), já no governo do presidente José Sarney (1985-1990), deixando ainda naquele ano o conselho federal da OAB. Em outubro do ano seguinte aposentou-se do STM e, em 1989, ingressou no Conselho Nacional do Serviço Social do MEC.

Ao longo de sua carreira profissional, foi também membro do grupo brasileiro da Sociedade Internacional de Direito Penal Militar e Direito de Guerra e advogado de presos políticos durante o regime militar.

Com Correio da Paraíba

“Como cobrar reajuste para o servidor se o pai dela não dá”, diz Célio sobre postura de Camila

Célio na Rádio Cultura

Na tarde deste sábado (14), o presidente do PSB de Guarabira e pré-candidato a deputado estadual, Célio Alves, foi o entrevistado dos radialistas Martins Júnior e Jaílson Maia, no programa Tribuna Livres, da Rádio Cultura de Guarabira. Durante quase duas horas, o dirigente partidário respondeu a perguntas da produção do programa e de ouvintes de Guarabira e toda região.

O vereado Renato Meireles, fez uma participação por telefone e levantou uma questão envolvendo a deputada estadual Camila Toscano, apontando contradição da parlamentar, que cobra do Estado reajuste salarial para todos os servidos. Célio comentou a participação de Renato e disse que Camila tem discursos distintos, dependendo da conveniência.

“Ela tem, insistentemente, caído num erro que não deve ser cometido na política, que é o da contradição, da incoerência. Na Assembleia ela faz um discurso e em Guarabira, se fosse importar pra cá, seria de vereador de oposição ao pai dela. Como é que vai cobrar reajuste para servidor se o pai dela aqui, não dá. Eu sou da linha de que justiça boa começa de casa. Casa de ferreiro, espeto de pau”, argumentou Célio.

Ainda em resposta a críticas da deputada tucana, que reclamou da ausência do governador em Guarabira, Célio pontuou que Ricardo Coutinho tem cumprido agenda com frequência na cidade e considerou que é o governador que mais veio a Guarabira em toda a história.

Na verdade, a deputada é quem está ausente. Como ela não vem a Guarabira, ela não sabe que o governador vem. Foi o governador que mais veio a Guarabira em toda a história. Só para o Orçamento Democrático Estadual foram oito vezes e não foi só isso. Sempre que ele vem para o ODE, essa agenda é precedida de outras atividades como entrega de obras, anúncio de obras, serviços, ações e outras agendas, mas não vem e não sabe”, destacou.

Célio ainda lembrou de ações administrativas importantes trazidas pela gestão socialista para Guarabira e o Brejo, a exemplo da adutora de Araçagi, a construção da escola técnica estadual de Guarabira; construção do contorno rodoviário João Pedro Teixeira; construção das estradas ligando Mari a Caldas Brandão e Cajá, a ligação asfáltica para Casserengue, Logradouro a Nova Cruz, Alagoinha a Mulungu; reconstrução das estradas ligando Guarabira e Pilõezinhos, a ligação a Cuitegi, Alagoinha, Alagoa Grande, Juarez Távora, até a BR-230; a estrada que liga Guarabira a Mari e Sapé; nova estrada de Cuitegi a Pilões, Belém a Passa e Fica, Belém, Caiçara e Logradouro; Belém, Bananeiras, Solânea, Araruna, Cacimba de Dentro, Riachão e Tacima e tantas outras importantes obras.

O radialista Martins Júnior instou o entrevistado a falar sobre recente declaração do ex-governador Roberto Paulino, dando conta que vê com naturalidade um possível realinhamento do MDB de José Maranhão com o PSB de Ricardo Coutinho. Para Célio, Maranhão já disse que não mão da candidatura e considerou que RP tem dado bola fora em suas avalições do cenário político.

“Se Zé Maranhão souber disso que Roberto Paulino anda dizendo é capaz de puxar a orelha dele. Maranhão não quer nem ouvir falar em composição, Maranhão é candidato a governador. Inclusive, essa semana reclamou que Cartaxo e Cássio desprezaram a candidatura dele. Aliás, Roberto ultimamente tem dado muita bola fora com previsões que fogem muito da realidade. Chegou a dizer que João Azevêdo seria rifado por Ricardo e não seria candidato. Perguntaram que seria, ele disse: eu sei, mas não digo. Coisas que, sinceramente, não se sustentam”, disse o socialista.

ManchetePB com Portal 25 Horas

Prefeito da Baia da Traição adere à pré-candidatura de João Azevedo

Serginho foi acompanhado do pai Sergio Lima, ex-prefeito de Capim

O prefeito da Baia da Traição, Serginho Lima  (PTB), anunciou na tarde desta sexta-feira (13/04), apoio ao projeto político liderado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) e João Azevedo (PSB), candidato ao governo.

A adesão à pré-candidatura de João Azevedo foi oficializada durante encontro de lideranças do Vale do Mamanguape, sediado no Município de Mamanguape. Os deputados federais Wilson Filho (PTB) e Veneziano Vital (PSB), e deputados estaduais Ricardo Barbosa (PSB) e Gervasinho (PSB) prestigiaram o evento.

Serginho Lima se soma a um grande grupo de gestores municipais que apoiam João Azevedo. “O grande carro-chefe do nosso projeto é o trabalho e isso tem atraído valorosos parceiros como é o caso de Serginho”, comemorou Azevedo.

Rafael San