ÁUDIO: Ricardo confirma que Guarabira será contemplada com Escola Técnica

Ricardo e Mercadante
Governador da Paraíba em audiência com Mercadante, em Brasília

Em seu programa de rádio, o governador Ricardo Coutinho (PSB) confirmou que conseguiu com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a garantia da liberação de recursos federais para a construção de uma escola técnica em Guarabira.

“O esforço do governador simboliza o extraordinário compromisso que ele tem com Guarabira, pois um investimento desse porte em educação leva a atual e as próximas gerações benefícios imensuráveis”, comentou Célio Alves, Secretário Executivo de Comunicação da Paraíba.

De acordo com Célio, o Estado vai custear metade da construção da escola técnica e o projeto já está sendo atualizado. “Nos próximos dias, o governador lançará o edital de licitação para, na sequência, assinar a ordem de serviço, quando estará sendo feita a liberação de recursos federais”, informou Célio.

Confira o que disse Ricardo Coutinho: 

Com Assessoria 

O ocaso de um mito chamado Lula – Blog do Noblat

Lula (Foto: André Coelho / Agência O Globo)
Lula (Foto: André Coelho / Agência O Globo)

Neste momento em que a Operação Lava Jato desconstrói a imagem de Lula, depurando-a de todos os artifícios, instala-se uma espécie de assombro geral nos meios intelectuais e artísticos do país, onde ainda reina forte resistência aos fatos.

Tal depuração baseia-se em alentados registros – e o mais eloquente vem da própria voz de Lula, captada nos recentes grampos telefônicos, autorizados pela Justiça, em que exibe solene desprezo pelas instituições, em especial o Judiciário.

Não se deve apenas aos truques do marketing político-eleitoral a construção da imagem do falso herói. Bem antes do advento dos Duda Mendonça e João Santana, hoje às voltas com a Justiça, Lula já desfrutava de altíssimo conceito redentor, esculpido no âmbito universitário, onde o projeto do PT foi engendrado.

E aqui cabe repetir o bordão lulista: nunca antes neste país, um presidente da República foi brindado com tantos títulos honoris causa por parte de universidades, mesmo sem ter dado – ou talvez por isso mesmo – qualquer contribuição à atividade intelectual.

Ao contrário: Lula e seus artífices difundiram o culto à ignorância e ao improviso, submetendo a atividade intelectual à condição subalterna de mera assessora de um projeto populista.

A epopeia de alguém que veio de baixo e galgou o mais alto cargo da República fascinou e comoveu a intelligentsia brasileira, que o transfigurou em gênio da raça. Pouco interessava o como e o quê fez no poder – questões que agora se colocam de maneira implacável -, mas o simples fato de que a ele chegou.

O símbolo falsificava o ser humano por trás dele. E o país embarcou numa ilusão de que agora, dolorosamente – e ainda com espantosas resistências, – começa a desembarcar.

Fernando Henrique Cardoso, símbolo da nata acadêmica nacional, deixou suas digitais nesse processo. A eleição de Lula, em 2002, contou com sua colaboração. Como se recorda, FHC desengajou-se da campanha presidencial de José Serra, dizendo a quem quisesse ouvi-lo: “Agora, é a vez de Lula”.

Conta-se que, naquela ocasião, ao recebê-lo em Palácio, chegou a oferecer-lhe antecipadamente a cadeira presidencial. Era o sociólogo sucedido pelo operário, ofício que Lula já não exercia há mais de duas décadas. As cenas da transmissão da faixa presidencial, encontráveis no Youtube, mostram um Fernando Henrique ainda mais deslumbrado que seu sucessor.

Lula, na ocasião, disse-lhe: “Fernando, aqui você terá sempre um amigo”. No dia seguinte, cessou o entusiasmo: o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, em sua primeira entrevista, mencionava a “herança maldita” do governo anterior, frase repetida como mantra até os dias de hoje.

E o “amigo” não mais pouparia seu antecessor, por quem cultiva freudiana hostilidade. A erudição, ao que parece, o incomoda, embora a vida lhe tenha proporcionado meios bem mais abundantes de obtê-la que a outros grandes personagens da cultura brasileira, de origem tão modesta quanto a sua, como Machado de Assis, Gonçalves Dias e Cruz e Souza, mestiços que, em plena escravidão, ascenderam ao topo da vida intelectual do país.

O mito Lula começou ainda na década dos 70, em pleno governo militar – e contou com a cumplicidade do próprio regime, que, por ironia, o viu como peça útil na desconstrução da esquerda, abrigada no velho MDB e em vias de defenestrar eleitoralmente o partido governista, a Arena. O regime extinguiu casuisticamente o bipartidarismo, de modo a esvaziar a frente oposicionista.

A frente, em que a esquerda tinha protagonismo, entendia que não era oportuno o surgimento de um partido de base sindical, que a esvaziaria, diluindo os votos contrários ao regime. Lula foi peça-chave nesse processo, concebido pelo general Golbery do Couto e Silva, estrategista político do governo militar.

Há detalhes reveladores em pelo menos dois livros recentes: “O que sei de Lula”, de José Nêumanne Pinto, que cobriu as greves do ABC pelo Jornal do Brasil naquele período, e com ele conviveu; e “Assassinato de Reputações”, de Romeu Tuma Jr., cujo pai, o falecido delegado Romeu Tuma, então chefe do Dops, foi carcereiro de Lula, no curto período em que esteve preso.

Tuma e Nêumanne convergem num ponto: Lula foi informante do Dops, o que lhe facilitou a construção do PT, a cujo projeto se agregariam duas vertentes fundamentais – a esquerda universitária paulista e o clero católico da Teologia da Libertação.

Essa gênese explica a trajetória vitoriosa do partido: o clero proporcionou-lhe a capilaridade das comunidades eclesiais de base e os acadêmicos prestígio e acesso à grande mídia.

A ambos, o PT retribuiu com Lula, o símbolo proletário de que careciam para forjar o primeiro líder de massas que a esquerda brasileira produziu e que a levaria, enfim, a vencer eleições presidenciais. Deu certo – e deu errado.

Lula chegou lá, mas corre o risco de concluir sua trajetória na cadeia. Os acertos de seu primeiro governo derivam da rara conjunção de uma bonança econômica internacional com os ajustes decorrentes do Plano Real. Finda a bonança e desfeitos os ajustes, restou a evidência de que não havia (nunca houve) um projeto de governo – e tão somente um projeto de poder.

A Lava Jato, ao tempo em que reduz Lula a seu exato tamanho, político e moral – e, ao que se sabe, há ainda muito a vir à tona -, mostra o que fez, à frente do PT e do país, para que esse projeto se consolidasse e o eternizasse como pai dos pobres – uma caricatura de Vargas, com mais dinheiro e menos ideias.

De gênio político, beneficiário de uma conjuntura que desperdiçou, lega à posteridade sua grande obra: Dilma Roussef, personagem patética que tirou do anonimato para compor um dos momentos mais trágicos da história da República.

O historiador do futuro terá o desafio de decifrar o que levou a inteligência do país – cujo dever de ofício é antever e evitar tais desvios – a embarcar num projeto suicida, a serviço da estupidez, não hesitando em satanizar os que a ele se opõem.

Por Ruy Fabiano (Blog do Noblat)

PSB recebe Hugo Simões e pesquisa definirá chapa de oposição em Pirpirituba

PSB Pirpirituba
Célio Alves reúne oposição em Pirpirituba

As oposições de Pirpirituba resolveram se unir com vistas às eleições de outubro próximo. Em reunião neste sábado, 19, articulada pelo secretário-executivo da Comunicação da Paraíba e presidente do PSB de Guarabira, Célio Alves, os líderes oposicionistas abriram mão das pretensões pessoais para abraçar um projeto único, que usará uma pesquisa como instrumento de escolha da chapa de prefeito e vice.

Ainda ficou acertado que o ex-candidato a prefeito Hugo Simões, juntamente com todo o seu grupo político, ingressará no PSB, em evento no próximo dia 27, na Câmara Municipal. “A filiação ocorrerá independentemente de eu ser candidato a prefeito, até porque o meu objetivo é somar forças pra eleger a Oposição, seja o candidato quem for”, ressaltou Hugo.

Para Célio Alves, que conduz o processo com o aval do governador Ricardo Coutinho, da direção estadual socialista e das lideranças de oposição de Pirpirituba, “há um inegável e elogiável desprendimento dos companheiros, cujo compromisso é com a mudança de rumo do município, que cansou do feijão com arroz do atual prefeito”.

Participaram da reunião e do acordo Hugo Simões, Ivanildo (vice-prefeito), Antiógenes e os vereadores Luís Flávio e Assis. O vereador Josinaldo justificou sua ausência devido a um compromisso religioso.

Com Assessoria 

ÁUDIO: Bispo lembra crise do Brasil e enaltece Joaquim Barbosa e Sérgio Moro

Dom Lucena Ramos
Bispo de Guarabira, Dom Lucena, durante entrevista

Durante a tradicional Missa Dominical da Catedral de Guarabira, neste Domingo de Ramos (20), solenidade que lembra a entrada de Jesus em Jerusalém mostrando que seu Reino era o da humildade e não da ostentação, o bispo diocesano Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, pediu orações pelo Brasil, lembrando o momento difícil pelo qual passa a nação brasileira.

“Estamos mergulhados numa crise econômica, política, moral e ética, que atinge as instituições e todos nós; portanto, rezemos pelo Brasil e pelos os homens que ajudam a nossa pátria combatendo a corrupção, lembremos de rezar pelos que trabalham na operação lava jato”, verbalizou Dom Lucena.

Toda a liturgia do Domingo de Ramos mostra a distância entre o Reino apresentado por Jesus e o Reino praticado pelos homens. Enquanto o Filho de Deus prega e vive um Governo servidor e honesto, os homens planejam e vivem um Governo corrupto e preservo.

Ao final da celebração, o bispo de Guarabira, Dom Lucena, voltou a lembrar a crise moral brasileira e pediu aos fieis que tenham um olhar crítico e solidário neste momento difícil, fazendo questão de mencionar nomes de homens, que na sua opinião, colaboram com o país e demonstram coragem para mudar esta realidade.

“Lembremos aqui Joaquim Barbosa, que lá traz fez sua parte, e agora Sérgio Moro; rezemos pelos homens de bem que querem o bem do Brasil”, sintetizou Dom Lucena.

Confira o áudio:

 

Rafael San

O desabafo de Dom Henrique Soares sobre a crise moral do Brasil

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Dom Henrique Soares é bispo em Palmares (PE)

A SITUAÇÃO DO NOSSO PAÍS É GRAVÍSSIMA:
Crise econômica,
Crise política,
Crise institucional,
Crise moral!

A democracia brasileira corre perigo! O País foi roubado dos brasileiros! Os que governam se sentem dispensados de dar satisfações ao Povo; não respeitam as instituições, zombam da justiça!

A sordidez, a desfaçatez e o escárnio tornaram-se método de governar e fazer política! O Congresso Nacional trai e abandona o Povo brasileiro! Cargos, comissões, sinecuras: é tudo quanto nossos parlamentares procuram! Congresso indigno, Congresso omisso, eivado pela tortuosidade!

É preciso dar um basta a tudo isto! O Povo brasileiro deve retomar o seu País, deve recobrar a sua Pátria, a sua dignidade, a sua honradez!

O Brasil está desonrado, o Povo brasileiro está ferido em sua dignidade! É o futuro da Pátria que está em jogo!

É preciso cobrar com convicção e firmeza um posicionamento claro do Congresso Nacional! Mas, como, com os líderes que estão ali?

Enquanto isto, crise, desemprego, tensão, desânimo, total falta de esperança! O Brasil não tem líderes! Estão destruindo a jovem democracia brasileira, estão colocando em risco o que se construiu com tanto sacrifício!

Que o Povo não o permita!
Que o Povo fale! Que o Povo brade!
O Brasil é dos brasileiros!”
(Publicado Por Dom Henrique Sorares da Costa, Bispo da Diocese de Palmares (PE), no Facebook, em 16/3/016 às 19h10)

EM SERTÃOZINHO: Gilclécio comemora adesão de Reginaldo da Papelaria

Adesão SertãozinhoPré-candidato a prefeito da cidade de Sertão pelo PSB, Gilclécio Freire recebeu importante adesão ao seu projeto político no município para as próximas eleições. O empresário Reginaldo da Papelaria rompeu com a oposição, bloco político pelo qual seria candidato a vereador, e resolveu se incorporar ao socialismo de Gilclécio.

Com a chegada de Reginaldo, o grupo Girassóis de Sertãozinho ganha importante aliado e o pré-candidato das oposições, Antônio de Eloi sobre um desfalque grande em seu agrupamento.

Em Sertãozinho, o PSB conseguiu atrair o ex-prefeito Antônio Ribeiro, a atual prefeita Márcia Mousinho, os vereadores e os vereadores Fernando Campelo, Jaciel Vieira, Wanderley Pereira e Messias Ribeiro, todos egressos do PMDB. A candidatura situacionista terá Gilclécio na cabeça de chapa e Maurício Ribeiro, que deverá se filiar ao PEN, na condição de vise.

De acordo com a direção do PSB local, haverá no próximo dia 19 uma grande mobilização de filiações partidárias, com presenças do deputado estadual Gervásio Filho e do presidente do PSB, Edvaldo Rosas.

Com Portal 25 horas

Ex-prefeita Fátima será candidata, revela Paulino a imprensa

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Fátima Paulino e Roberto durante audiência em Brasília

O PMDB lançará, nos próximos dias, a ex-primeira-dama do Estado, Fátima Paulino, como pré-candidata à prefeita de Guarabira. A revelação foi feita pelo seu esposo, o ex-governador Roberto Paulino, pai do atual deputado estadual, Raniery Paulino.

Fátima deve enfrentar o prefeito Zenóbio Toscano (PSDB), que concorrerá a um segundo mandato e Josa da Padaria pelo PSB.

Roberto Paulino fez a seguinte retrospectiva: em 2002, ela foi presidente do Centro de Apoio à Criança e ao Adolescente (Cendac). No governo Roberto Paulino, também assumiu a Secretaria de Ação Social do Estado.

Dois anos depois, foi eleita prefeita de Guarabira, tendo como vice vereador José Agostinho Souza Almeida (Josa da Padaria). Ambos filiados ao PMDB, formaram a a coligação ‘Guarabira é Fiel’, com mais sete partidos.

Em 2008, Fátima Paulino foi reeleita vencendo a ex-prefeita Léa Toscano por 1.279 votos. Léa, então filiada ao PSDB, foi deputada estadual. Ela é esposa do prefeito e ex-deputado Zenóbio Toscano e mãe da deputada estadual Camila Toscano.

Josa da Padaria concorreu em 2012, com o apoio da família Paulino, mas foi derrotado por Zenóbio Toscano. Este ano, Josa está no PSB e será candidato pelo grupo liderado pelo governador Ricardo Coutinho.

Com Correio da Paraíba

Polícia Federal faz operação na casa de Lula e leva petista para depor

FP
PF faz operação na casa do ex-presidente Lula e no Instituto Lula

A Operação Lava Jato, que começou em março de 2014 e investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, chegou na 24ª fase nesta sexta-feira (4). Segundo a PF, a operação ocorre na casa do ex-presidente Luiz Inácio da Silva, em São Bernardo do Campo, e em outros pontos em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Bahia.

O ex-presidente é alvo de um dos mandados de condução coercitiva e será obrigado a prestar esclarecimentos, segundo a Polícia Federal. O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, também é alvo de outro mandado de condução.

A ação foi batizada de “Aletheia” e é uma referência a uma expressão grega que significa “busca da verdade”.

Ao todo, foram expedidos 44 mandados judiciais, sendo 33 de busca e apreensão e 11 de condução coercitiva – quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento.

De acordo com a PF, entre os crimes investigados nesta etapa estão corrupção e lavagem de dinheiro, entre outros praticados por diversas pessoas no contexto de esquema criminoso revelado e relacionado à Petrobras.

23ª fase
A 23ª fase, batizada de Acarajé, foi deflagrada no dia 22 de fevereiro e prendeu o marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT) João Santana, além de mulher dele Monica Moura. João Santana e a mulher Mônica Moura são suspeitos de receber US$ 7,5 milhões em conta secreta no exterior. A PF suspeita que os recursos tenham origem no esquema de corrupção na Petrobras investigado na Lava Jato.

Ele é publicitário e foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff (PT) e da campanha da reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2006.

Acarajé era o nome usado pelos suspeitos para se referirem ao dinheiro irregular. A PF suspeita que os recursos tenham origem no esquema de corrupção na Petrobras investigado na Operação Lava Jato. Uma das principais linhas de investigação são os repasses feitos pela Odebrecht ao marqueteiro.

A pedido da PF e do MPF, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na 1ª instância, decidiu converter a prisão temporária do casal para preventiva. Com isso, eles ficarão presos por tempo indeterminado.

Com G1

Dilma, Lula e Vital do Rêgo são citados em suposta delação de Delcídio do Amaral

Vitalzinho
Ministro do TCU, Vital do Rêgo

O ministro do Tribunal de Contas da União, o ex-senador Vital do Rego Filho, teria sido citado em delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT). Segundo da delação, Vital teria integrado um esquema de extorsão contra empreiteiros enquanto presidia a CPI da Petrobras. A informação foi publicada pela revista Isto É desta quinta-feira (3), mas a delação ainda não foi homologada pelo Superior Tribunal Federal (STF). A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também teriam sido mencionados por Delcídio como conhecedores do esquema de corrupção na Petrobras.

De acordo com o jornalista Edinho Magalhães, em Brasília, na TV Correio HD, Vital disse que está indignado com a repercussão e negou as informações supostamente prestadas por Delcídio. O ministro falou ainda que essas denúncias são incipientes porque a delação sequer foi homologada pelo STF. Segundo Edinho, Vital disse que sempre manteve a conduta ilibada, inclusive quando esteve à frente da CPI da Petrobras, em 2014

Segundo a deleção, que até as 15h desta quinta (3) ainda não havia sido homologada, Delcídio teria citado também os senadores Gim Argello (PTB-DF) e os deputados Marco Maia (PT-RS) e Fernando Francischini (SD-PR) como responsáveis por cobrar de empreiteiros para que não fossem convocados na CPI da Petrobras.

Delcídio do Amaral foi preso pela Operação Lava Jato, após apresentação de uma gravação em que ele oferece R$ 50 mil por mês e um plano de fuga ao ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, para que Cerveró não firmasse acordo de delação premiada com o Ministério Público. O senador ficou preso por mais de 80 dias. No dia 19 de fevereiro, o senador passou, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Teori Zavascki, a cumprir o recolhimento domiciliar noturno e nos dias de folga da atividade de senador.

Dilma e Lula

Segundo a revista Isto É, o senador teria firmado um acordo de delação premiada com a equipe que investiga a Operação Lava Jato e, nos depoimentos, Delcídio do Amaral teria dito que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento do esquema de corrupção na Petrobras.

A presidente Dilma Rousseff está reunida com o recém-empossado ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, e com o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência, Jaques Wagner. A reunião não constava da agenda oficial da presidenta e foi convocada após divulgação da notícia de que o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) teria firmado um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).

“Vamos ser francos. Em primeiro lugar, não sei se há realmente uma delação premiada. Se houver, o senador Delcídio, com quem sempre tive excelentes relações, não tem primado por dizer a verdade”, disse Cardozo.

Efeito

Para que tenha efeito na redução de pena, a delação de Delcídio informada pela Isto É precisa ser homologada no STF. Quem vai decidir sobre a homologação é o ministro do STF Teori Zavascki, que o relator da Operação Lava Jato no STF. Se a delação não for homologada, Delcídio não terá benefícios, mas as informações supostamente prestadas serão usadas em investigações.

Com Correio da Paraíba

ASSISTA: Gervasinho deixa PMDB e leva mais de 100 lideranças para o PSB

Gervasio PSB
Deputado Gervasinho assinou ficha do PSB na sede da API, na capital

O deputado Gervásio Maia filiou-se ao PSB, na manhã desta quinta-feira (3), na sede da Associação Paraibana de Imprensa (API), em João Pessoa, ao lado do governador Ricardo Coutinho, do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, do presidente estadual do PSB, Erivaldo Rosas, e do pré-candidato a prefeito em João Pessoa, João Azevedo. Veja vídeo abaixo.

Ele anunciou a filiação de mais de 100 lideranças entre elas, mais de 40 vereadores e pelo menos dez prefeitos que o apoiam pelo interior.

Gervásio disse que chega para fortalecer o PSB já visando ao projeto de 2018, referindo-se a disputa pelo governo do Estado. ele garantiu reforçar a campanha de João Azevedo a refeito de João Pessoa este ano.

Assista abaixo:

Com Correio da Paraíba