Câmara de Pirpirituba debate tema da Campanha da Fraternidade 2016

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Mesa debatedora e expositora do tema da CFE 2016

Na noite desta terça-feira (29), a Câmara de Pirpirituba debateu, em Sessão Especial, o tema da Campanha da Fraternidade sugerido pela CNBB para este ano de 2016 – “Casa comum, nossa responsabilidade”.

Após o início da Sessão, o Presidente da Casa, Vereador Ronaldinho passou a palavra para o Padre Demétrio, Administrador Paroquial de Pirpirituba, que saudou os presentes e lembrou a importância de debater o tema e da responsabilidade que todos têm mediante o planeta.

Dando prosseguimento, o Radialista e membro da Pastoral de Comunicação da Diocese de Guarabira, Rafael San, fez uma explanação sobre o tema e apresentou dados referentes ao saneamento básico no Brasil. Rafael apresentou também formas e métodos com os quais a população pode contribuir para preservar o meio ambiente e pontuou benefícios coletivos que são gerados a partir do saneamento. Ainda durante a apresentação, Rafael San citou exemplos bíblicos no qual o próprio Deus evidencia, através dos autores dos textos sagrados, os cuidados que a humanidade deve ter com a criação.

O Professor da Universidade Federal de Campina Grande, Assis Sousa, sequenciou a Sessão trazendo números e dados técnicos a respeito do tema, como questões sobre a legislação vigente no país. O Professor falou sobre os objetivos da CF ressaltando que a proposta da CNBB precisa se tornar concreta. Ele evidenciou que o saneamento básico deve ser uma política pública constante e não apenas de determinado governo. Assis Sousa lembrou ainda a importância do engajamento da população à luz de uma realidade cristã por meio de atitudes responsáveis para com o meio ambiente.

Depois das exposições dos palestrantes convidados, autoridades fizeram uso da palavra e convergiram no discurso da importância do tema proposto pela CF.

Dentre os presentes na Sessão estavam os vereadores Givanilson, Dorinha, Josinaldo, Assis e Luís Flávio, bem como, as secretárias Nalva Xavier (Educação) e Cida Amaro (Assistência Social); a Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Maria do Céu; o Sargento Carlos, representando a autoridade policial; a religiosa Irmã Socorro; o Vigário Paroquial, Padre Paulo Roberto; o vereador sertãozinhense Josenildo Francisco; Diretoras de órgãos da administração municipal; representantes de comunidades e populares.

Ao final da Sessão foi constituída uma comissão que ficará responsável por elaborar sugestões que devem ser encaminhadas ao Poder Executivo Municipal e outras instituições responsáveis pela gestão ambiental, sanitária e social.

Com Assessoria 

Prefeitura de Guarabira tem seis meses para instalar aterro sanitário

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Prefeito Zenóbio durante visita ao lixão de Guarabira

A prefeitura de Guarabira terá de no prazo de seis meses apresentar projeto de aterro sanitário à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), devidamente acompanhado do cronograma de execução, contemplando todas as exigências discriminadas na Resolução nº 308/2002, do Conama. A determinação consta da ação civil pública julgada pelo Tribunal Regional Federal, da 5ª Região. Pela decisão, o município deverá instalar e operar o aterro sanitário imediatamente após a obtenção das licenças ambientais junto à Sudema. No caso de descumprimento, será paga multa diária no valor de R$ 1.000,00. Até agora não se tem notícia de que a prefeitura tenha tomado providências para instalação do aterro sanitário.

O deputado Raniery Paulino (PMDB), que atua na região de Guarabira, disse que o aterro sanitário foi uma das promessas de campanha do prefeito Zenóbio Toscano. “O aterro não foi instalado. Inclusive essa foi uma das plataformas de campanha do atual gestor. Não vejo nenhuma previsão disso não”, disse o parlamentar. A ação civil pública foi movida pelo Ibama. Na Justiça da Paraíba, a sentença foi proferida em 15 de abril de 2015. O processo subiu para o Tribunal Regional Federal, da 5ª Região, que manteve em todos os termos a sentença de 1º grau. “A finalidade precípua da presente ação ambiental é impedir a continuação dos lixões, garantir a instalação de aterro sanitário devidamente licenciado pela Sudema e recuperar todos os danos ambientais causados pelo lixão”, destacou o desembargador Manoel de Oliveira Erhardt, relator do processo.

Com Jornal da Paraíba 

Acusado de nepotismo, prefeito de Pilõezinhos vai responder ação de improbidade

Nado e Siqueira
Prefeito Rosinaldo e o Vice-prefeito Siqueira, antes do rompimento político

Por entender que não cabe foro privilegiado nas ações de improbidade administrativa, o Tribunal de Justiça devolveu para a Justiça de primeira instância o processo contra o prefeito do município de Pilõezinhos, Rosinaldo Lucena Mendes, acusado da prática de nepotismo.

A ação teve início a partir de uma denúncia feita pelo vice-prefeito Iraponil Siqueira Sousa, que apontou a nomeação ilegal de vários familiares do prefeito para o exercício de cargos comissionados no executivo municipal. Como a conduta caracteriza a prática de improbidade administrativa, o Ministério Público estadual entendeu que a ação deveria tramitar na primeira instância.

“Como bem enfatizou o representante do Ministério Público resta pacificado nos tribunais superiores o entendimento no sentido de que a ação por improbidade administrativa deverá ser processada e julgada em primeira instância, ainda que sejam propostas em face de autoridades que gozem de foro especial por prerrogativa de função para efeitos penais”, destacou o relator do processo, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos. Ele determinou a remessa dos autos para o juiz da comarca de Guarabira, “para apuração de possível ato de improbidade administrativa”.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já firmou o entendimento de que prefeitos podem ser processados por improbidade administrativa. Diversos recursos chegavam ao STJ tentando afastar condenações feitas a agentes políticos com base na lei de improbidade (8.429/92). A principal alegação é que a norma se aplica somente a servidores públicos, e que os agentes políticos possuem legislação própria (Decreto­Lei 201/67).

Com Jornal da Paraíba

ÁUDIO: Ricardo confirma que Guarabira será contemplada com Escola Técnica

Ricardo e Mercadante
Governador da Paraíba em audiência com Mercadante, em Brasília

Em seu programa de rádio, o governador Ricardo Coutinho (PSB) confirmou que conseguiu com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a garantia da liberação de recursos federais para a construção de uma escola técnica em Guarabira.

“O esforço do governador simboliza o extraordinário compromisso que ele tem com Guarabira, pois um investimento desse porte em educação leva a atual e as próximas gerações benefícios imensuráveis”, comentou Célio Alves, Secretário Executivo de Comunicação da Paraíba.

De acordo com Célio, o Estado vai custear metade da construção da escola técnica e o projeto já está sendo atualizado. “Nos próximos dias, o governador lançará o edital de licitação para, na sequência, assinar a ordem de serviço, quando estará sendo feita a liberação de recursos federais”, informou Célio.

Confira o que disse Ricardo Coutinho: 

Com Assessoria 

O ocaso de um mito chamado Lula – Blog do Noblat

Lula (Foto: André Coelho / Agência O Globo)
Lula (Foto: André Coelho / Agência O Globo)

Neste momento em que a Operação Lava Jato desconstrói a imagem de Lula, depurando-a de todos os artifícios, instala-se uma espécie de assombro geral nos meios intelectuais e artísticos do país, onde ainda reina forte resistência aos fatos.

Tal depuração baseia-se em alentados registros – e o mais eloquente vem da própria voz de Lula, captada nos recentes grampos telefônicos, autorizados pela Justiça, em que exibe solene desprezo pelas instituições, em especial o Judiciário.

Não se deve apenas aos truques do marketing político-eleitoral a construção da imagem do falso herói. Bem antes do advento dos Duda Mendonça e João Santana, hoje às voltas com a Justiça, Lula já desfrutava de altíssimo conceito redentor, esculpido no âmbito universitário, onde o projeto do PT foi engendrado.

E aqui cabe repetir o bordão lulista: nunca antes neste país, um presidente da República foi brindado com tantos títulos honoris causa por parte de universidades, mesmo sem ter dado – ou talvez por isso mesmo – qualquer contribuição à atividade intelectual.

Ao contrário: Lula e seus artífices difundiram o culto à ignorância e ao improviso, submetendo a atividade intelectual à condição subalterna de mera assessora de um projeto populista.

A epopeia de alguém que veio de baixo e galgou o mais alto cargo da República fascinou e comoveu a intelligentsia brasileira, que o transfigurou em gênio da raça. Pouco interessava o como e o quê fez no poder – questões que agora se colocam de maneira implacável -, mas o simples fato de que a ele chegou.

O símbolo falsificava o ser humano por trás dele. E o país embarcou numa ilusão de que agora, dolorosamente – e ainda com espantosas resistências, – começa a desembarcar.

Fernando Henrique Cardoso, símbolo da nata acadêmica nacional, deixou suas digitais nesse processo. A eleição de Lula, em 2002, contou com sua colaboração. Como se recorda, FHC desengajou-se da campanha presidencial de José Serra, dizendo a quem quisesse ouvi-lo: “Agora, é a vez de Lula”.

Conta-se que, naquela ocasião, ao recebê-lo em Palácio, chegou a oferecer-lhe antecipadamente a cadeira presidencial. Era o sociólogo sucedido pelo operário, ofício que Lula já não exercia há mais de duas décadas. As cenas da transmissão da faixa presidencial, encontráveis no Youtube, mostram um Fernando Henrique ainda mais deslumbrado que seu sucessor.

Lula, na ocasião, disse-lhe: “Fernando, aqui você terá sempre um amigo”. No dia seguinte, cessou o entusiasmo: o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, em sua primeira entrevista, mencionava a “herança maldita” do governo anterior, frase repetida como mantra até os dias de hoje.

E o “amigo” não mais pouparia seu antecessor, por quem cultiva freudiana hostilidade. A erudição, ao que parece, o incomoda, embora a vida lhe tenha proporcionado meios bem mais abundantes de obtê-la que a outros grandes personagens da cultura brasileira, de origem tão modesta quanto a sua, como Machado de Assis, Gonçalves Dias e Cruz e Souza, mestiços que, em plena escravidão, ascenderam ao topo da vida intelectual do país.

O mito Lula começou ainda na década dos 70, em pleno governo militar – e contou com a cumplicidade do próprio regime, que, por ironia, o viu como peça útil na desconstrução da esquerda, abrigada no velho MDB e em vias de defenestrar eleitoralmente o partido governista, a Arena. O regime extinguiu casuisticamente o bipartidarismo, de modo a esvaziar a frente oposicionista.

A frente, em que a esquerda tinha protagonismo, entendia que não era oportuno o surgimento de um partido de base sindical, que a esvaziaria, diluindo os votos contrários ao regime. Lula foi peça-chave nesse processo, concebido pelo general Golbery do Couto e Silva, estrategista político do governo militar.

Há detalhes reveladores em pelo menos dois livros recentes: “O que sei de Lula”, de José Nêumanne Pinto, que cobriu as greves do ABC pelo Jornal do Brasil naquele período, e com ele conviveu; e “Assassinato de Reputações”, de Romeu Tuma Jr., cujo pai, o falecido delegado Romeu Tuma, então chefe do Dops, foi carcereiro de Lula, no curto período em que esteve preso.

Tuma e Nêumanne convergem num ponto: Lula foi informante do Dops, o que lhe facilitou a construção do PT, a cujo projeto se agregariam duas vertentes fundamentais – a esquerda universitária paulista e o clero católico da Teologia da Libertação.

Essa gênese explica a trajetória vitoriosa do partido: o clero proporcionou-lhe a capilaridade das comunidades eclesiais de base e os acadêmicos prestígio e acesso à grande mídia.

A ambos, o PT retribuiu com Lula, o símbolo proletário de que careciam para forjar o primeiro líder de massas que a esquerda brasileira produziu e que a levaria, enfim, a vencer eleições presidenciais. Deu certo – e deu errado.

Lula chegou lá, mas corre o risco de concluir sua trajetória na cadeia. Os acertos de seu primeiro governo derivam da rara conjunção de uma bonança econômica internacional com os ajustes decorrentes do Plano Real. Finda a bonança e desfeitos os ajustes, restou a evidência de que não havia (nunca houve) um projeto de governo – e tão somente um projeto de poder.

A Lava Jato, ao tempo em que reduz Lula a seu exato tamanho, político e moral – e, ao que se sabe, há ainda muito a vir à tona -, mostra o que fez, à frente do PT e do país, para que esse projeto se consolidasse e o eternizasse como pai dos pobres – uma caricatura de Vargas, com mais dinheiro e menos ideias.

De gênio político, beneficiário de uma conjuntura que desperdiçou, lega à posteridade sua grande obra: Dilma Roussef, personagem patética que tirou do anonimato para compor um dos momentos mais trágicos da história da República.

O historiador do futuro terá o desafio de decifrar o que levou a inteligência do país – cujo dever de ofício é antever e evitar tais desvios – a embarcar num projeto suicida, a serviço da estupidez, não hesitando em satanizar os que a ele se opõem.

Por Ruy Fabiano (Blog do Noblat)

PSB recebe Hugo Simões e pesquisa definirá chapa de oposição em Pirpirituba

PSB Pirpirituba
Célio Alves reúne oposição em Pirpirituba

As oposições de Pirpirituba resolveram se unir com vistas às eleições de outubro próximo. Em reunião neste sábado, 19, articulada pelo secretário-executivo da Comunicação da Paraíba e presidente do PSB de Guarabira, Célio Alves, os líderes oposicionistas abriram mão das pretensões pessoais para abraçar um projeto único, que usará uma pesquisa como instrumento de escolha da chapa de prefeito e vice.

Ainda ficou acertado que o ex-candidato a prefeito Hugo Simões, juntamente com todo o seu grupo político, ingressará no PSB, em evento no próximo dia 27, na Câmara Municipal. “A filiação ocorrerá independentemente de eu ser candidato a prefeito, até porque o meu objetivo é somar forças pra eleger a Oposição, seja o candidato quem for”, ressaltou Hugo.

Para Célio Alves, que conduz o processo com o aval do governador Ricardo Coutinho, da direção estadual socialista e das lideranças de oposição de Pirpirituba, “há um inegável e elogiável desprendimento dos companheiros, cujo compromisso é com a mudança de rumo do município, que cansou do feijão com arroz do atual prefeito”.

Participaram da reunião e do acordo Hugo Simões, Ivanildo (vice-prefeito), Antiógenes e os vereadores Luís Flávio e Assis. O vereador Josinaldo justificou sua ausência devido a um compromisso religioso.

Com Assessoria 

ÁUDIO: Bispo lembra crise do Brasil e enaltece Joaquim Barbosa e Sérgio Moro

Dom Lucena Ramos
Bispo de Guarabira, Dom Lucena, durante entrevista

Durante a tradicional Missa Dominical da Catedral de Guarabira, neste Domingo de Ramos (20), solenidade que lembra a entrada de Jesus em Jerusalém mostrando que seu Reino era o da humildade e não da ostentação, o bispo diocesano Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, pediu orações pelo Brasil, lembrando o momento difícil pelo qual passa a nação brasileira.

“Estamos mergulhados numa crise econômica, política, moral e ética, que atinge as instituições e todos nós; portanto, rezemos pelo Brasil e pelos os homens que ajudam a nossa pátria combatendo a corrupção, lembremos de rezar pelos que trabalham na operação lava jato”, verbalizou Dom Lucena.

Toda a liturgia do Domingo de Ramos mostra a distância entre o Reino apresentado por Jesus e o Reino praticado pelos homens. Enquanto o Filho de Deus prega e vive um Governo servidor e honesto, os homens planejam e vivem um Governo corrupto e preservo.

Ao final da celebração, o bispo de Guarabira, Dom Lucena, voltou a lembrar a crise moral brasileira e pediu aos fieis que tenham um olhar crítico e solidário neste momento difícil, fazendo questão de mencionar nomes de homens, que na sua opinião, colaboram com o país e demonstram coragem para mudar esta realidade.

“Lembremos aqui Joaquim Barbosa, que lá traz fez sua parte, e agora Sérgio Moro; rezemos pelos homens de bem que querem o bem do Brasil”, sintetizou Dom Lucena.

Confira o áudio:

 

Rafael San

O desabafo de Dom Henrique Soares sobre a crise moral do Brasil

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Dom Henrique Soares é bispo em Palmares (PE)

A SITUAÇÃO DO NOSSO PAÍS É GRAVÍSSIMA:
Crise econômica,
Crise política,
Crise institucional,
Crise moral!

A democracia brasileira corre perigo! O País foi roubado dos brasileiros! Os que governam se sentem dispensados de dar satisfações ao Povo; não respeitam as instituições, zombam da justiça!

A sordidez, a desfaçatez e o escárnio tornaram-se método de governar e fazer política! O Congresso Nacional trai e abandona o Povo brasileiro! Cargos, comissões, sinecuras: é tudo quanto nossos parlamentares procuram! Congresso indigno, Congresso omisso, eivado pela tortuosidade!

É preciso dar um basta a tudo isto! O Povo brasileiro deve retomar o seu País, deve recobrar a sua Pátria, a sua dignidade, a sua honradez!

O Brasil está desonrado, o Povo brasileiro está ferido em sua dignidade! É o futuro da Pátria que está em jogo!

É preciso cobrar com convicção e firmeza um posicionamento claro do Congresso Nacional! Mas, como, com os líderes que estão ali?

Enquanto isto, crise, desemprego, tensão, desânimo, total falta de esperança! O Brasil não tem líderes! Estão destruindo a jovem democracia brasileira, estão colocando em risco o que se construiu com tanto sacrifício!

Que o Povo não o permita!
Que o Povo fale! Que o Povo brade!
O Brasil é dos brasileiros!”
(Publicado Por Dom Henrique Sorares da Costa, Bispo da Diocese de Palmares (PE), no Facebook, em 16/3/016 às 19h10)

EM SERTÃOZINHO: Gilclécio comemora adesão de Reginaldo da Papelaria

Adesão SertãozinhoPré-candidato a prefeito da cidade de Sertão pelo PSB, Gilclécio Freire recebeu importante adesão ao seu projeto político no município para as próximas eleições. O empresário Reginaldo da Papelaria rompeu com a oposição, bloco político pelo qual seria candidato a vereador, e resolveu se incorporar ao socialismo de Gilclécio.

Com a chegada de Reginaldo, o grupo Girassóis de Sertãozinho ganha importante aliado e o pré-candidato das oposições, Antônio de Eloi sobre um desfalque grande em seu agrupamento.

Em Sertãozinho, o PSB conseguiu atrair o ex-prefeito Antônio Ribeiro, a atual prefeita Márcia Mousinho, os vereadores e os vereadores Fernando Campelo, Jaciel Vieira, Wanderley Pereira e Messias Ribeiro, todos egressos do PMDB. A candidatura situacionista terá Gilclécio na cabeça de chapa e Maurício Ribeiro, que deverá se filiar ao PEN, na condição de vise.

De acordo com a direção do PSB local, haverá no próximo dia 19 uma grande mobilização de filiações partidárias, com presenças do deputado estadual Gervásio Filho e do presidente do PSB, Edvaldo Rosas.

Com Portal 25 horas

Ex-prefeita Fátima será candidata, revela Paulino a imprensa

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Fátima Paulino e Roberto durante audiência em Brasília

O PMDB lançará, nos próximos dias, a ex-primeira-dama do Estado, Fátima Paulino, como pré-candidata à prefeita de Guarabira. A revelação foi feita pelo seu esposo, o ex-governador Roberto Paulino, pai do atual deputado estadual, Raniery Paulino.

Fátima deve enfrentar o prefeito Zenóbio Toscano (PSDB), que concorrerá a um segundo mandato e Josa da Padaria pelo PSB.

Roberto Paulino fez a seguinte retrospectiva: em 2002, ela foi presidente do Centro de Apoio à Criança e ao Adolescente (Cendac). No governo Roberto Paulino, também assumiu a Secretaria de Ação Social do Estado.

Dois anos depois, foi eleita prefeita de Guarabira, tendo como vice vereador José Agostinho Souza Almeida (Josa da Padaria). Ambos filiados ao PMDB, formaram a a coligação ‘Guarabira é Fiel’, com mais sete partidos.

Em 2008, Fátima Paulino foi reeleita vencendo a ex-prefeita Léa Toscano por 1.279 votos. Léa, então filiada ao PSDB, foi deputada estadual. Ela é esposa do prefeito e ex-deputado Zenóbio Toscano e mãe da deputada estadual Camila Toscano.

Josa da Padaria concorreu em 2012, com o apoio da família Paulino, mas foi derrotado por Zenóbio Toscano. Este ano, Josa está no PSB e será candidato pelo grupo liderado pelo governador Ricardo Coutinho.

Com Correio da Paraíba