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PILÕEZINHOS (PB) – Existem doenças silenciosas que contaminam o organismo inteiro e são capazes – se o tratamento não for sério – de levar o paciente a UTI ou até mesmo a morte. E se o responsável pelo paciente não seguir todas as recomendações médicas, o quadro tende a piorar. É a história de sofrimento de um paciente conhecido dos piloezinhenses chamado IPMP – Instituto de Previdência do Município, que passamos a contar.

Com pulmões bastante debilitados, desde o seu nascimento, o IPMP foi exposto a sol e poeira por vários gestores. O resultado final não é difícil de saber: paciente encaminhado para UTI – Unidade de Terapia Intensiva (ambiente próprio para situações graves). Mas eis que alguém decidiu alimenta-lo corretamente e dar a medicação nos horários corretos. Entre 2009 a 2012, o cuidador Júnior Mendes decidiu hidratar o IPMP e, em pouco tempo, ele já estava na enfermaria. Com seu organismo revitalizado, o Instituto encerrou o tratamento com quase 600 mil reais na poupança. Com pulmões oxigenados, o doente teve alta e passou a sorrir de novo.

Gordo, corado e animado, o IPMP foi entregue aos cuidados de Nado Mendes em 2013. Descuidado, o gestor abandonou o tratamento, tirou os remédios controlados, trocou a dieta e voltou a empurra-lo para o sol e a poeira. Em 2016, com pulmões comprometidos, quase sem respirar, o Instituto foi encaminhado novamente para UTI com pneumonia aguda. A beira da morte, agonizando, o IPMP recebeu uma notícia animadora: uma nova cuidadora estava a caminho.

Em 2017, o paciente conheceu Mônica Cristina, gestora responsável por sua recuperação. No entanto, o caminho não foi de flores. Injeções, antibióticos, dietas, exercícios, enfim, o protocolo médico foi seguido a risca. Em 2018, dedicada ao IPMP, Mônica conseguiu tira-lo da UTI, um grande passo. A pneumonia foi vencida e o doente já respirava sem ajuda de aparelhos. A melhor das notícias veio em 2019, o Instituto deixou a enfermaria e voltou para casa. Continuará tomando remédios, mas apresenta excelente evolução no seu quadro.

Atualmente, aproximadamente 250 mil reais estão na poupança. Em dois anos Mônica já recuperou praticamente a metade do que foi tirado pela gestão anterior. Neste ritmo, chegará ao final do mandato, com todo o montante recuperado. Uma vitória!

O Instituto tem 154 aposentados e pensionistas, juntos somam uma folha superior a 189 mil reais. Porém, o Instituto só arrecada pouco mais de 31 mil reais, isto é, todo mês falta 158 mil reais para fechar a conta. Mas a gestão foi mais além e propôs aumentar o valor das obrigações patronais –  a parte da Prefeitura – para 69% gerando um repasse superior a 200 mil reais, ou seja, a Prefeitura completa a folha do IPMP e ainda faz poupança. É uma demonstração clara de compromisso.

E vale pontuar que não se aposentava funcionários desde 2014. A partir da posse de Mônica 39 ganharam seu direito, uma média de quase 2 pessoas aposentados por mês.

Oremos para que o IPMP nunca mais precise visitar a UTI!

ManchetePB