Pirpirituba em cinco notas

COLETIVO 

Para tornar de direito o que já viviam de fato, 30 casais participaram do “Casamento Coletivo” organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social, com os custos cartoriais assumidos pela Prefeitura Municipal. Do total de participantes, 25 decidiram subir ao altar da Igreja de Nossa Senhora do Rosário para serem assistidos pelo padre Adauto Tavares. Além das bençãos e votos de vida feliz, cada casal ganhou um bolo para parti-lo em festa.

RESTAURAÇÃO

A Casa da Senhora do Rosário está ganhando nova roupagem externa. Recentemente restaurada por dentro, a Igreja Matriz, será revestida por fora. Um dos cartões postais da cidade, o templo católico é visualizado por milhares de pessoas que atravessam o município diariamente e, também por isso, merece ser cuidado nos mínimos detalhes.

O ECO DA MATRIZ

Ainda ressoa pelos quatro cantos da Paraíba e parte do Brasil o duro pronunciamento do padre Adauto Tavares contra o presidente Michel Temer e seu aliados. Certamente, as atenções para a Matriz do Rosário foram redimensionadas. O que pode sair daqueles microfones passa a ser uma “surpresa preocupante” para muitos políticos; para os de fora e os de casa. Pelo bem ou pelo mal, é bom todo mundo se comportar, pois o sacerdote demonstrou ter coragem de sobra para criticar do vereador ou chefe da nação.

PAVIMENTANDO 

Quem tiver um pouco de curiosidade e acompanhar as finanças da Prefeitura, vai perceber o esforço da gestão atual para garantir uma disponibilidade de caixa para investimentos. Por isso, vimos em 100 dias a ordem de serviço para as intervenções estruturais em 10 escolas, na Creche e no Ginásio de Esportes “O Telsão”. Tudo com recursos próprios. E pelo que apuramos no coração da administração, vem muito mais pelo frente. O foco agora é a pavimentação em paralelepípedos de perímetros sonhados pela população. Aos poucos, Didiu vai calçando a gestão com pedras firmes.

SAINDO DO TRIVIAL 

O presidente da Câmara Municipal, Givanilson Lira, está focado em sair do feijão com arroz. Como representando do povo, não segura “batata quente” sozinho. Seja na Cagepa, no Tribunal de Justiça ou nas audiências públicas, Batatinha (como é carinhosamente chamado) divide o peso das decisões e fala em nome do povo. A população percebeu que ele não pretende alimentar as cansadas e repetidas disputas locais de sempre, mas deseja sair das quatro paredes da casa legislativa e colocar o parlamento municipal na vanguarda das discussões produtivas.

Rafael San

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