Sildemberg Araujo emitiu nota em suas redes sociais falando sobre reportagem em blog no ManchetePB. (Foto: Arquivo Pessoal)

Após a publicação no Blog Só Polítika, de que o vereador Marcelo Bandeira contratou um cassista como seu assessor, na Câmara de Guarabira, Sildemberg Araújo entrou em contato com o ManchetePB e enviou nota esclarecendo a polêmica sobre sua contratação.

Confira na Integra:

Em resposta ao site Manchete PB que, em recente matéria não assinada veiculou matéria expondo minhas preferências políticas em eleição passada bem como o “estranho” fato do presidente da Câmara , o vereador Marcelo Bandeira, na condição de gestor, ter contratado os meus serviços, venho esclarecer.

A matéria por si reforça um grande atributo de qualquer gestor público: não contratar com base em bandeira política ou partidária, mas com foco no trabalho a ser realizado e a capacidade de quem o faz.

O principio da impessoalidade na gestão pública reza que não se pode confundir a figura da pessoa física do gestor com a Administração pública, cujo único partido é a busca do bem comum.

Exerço meu trabalho com muita honra e apreço divulgando as ações da Câmara Municipal e as realizações legislativas de todos os vereadores, sejam situacionistas ou oposicionistas. Cabe-me a realização de um trabalho institucional, pois o campo da discussão política cabe aos vereadores.

Escrevo estas linhas apenas para esclarecer que exerço meu trabalho com reconhecimento, já atuando para elaboração de mídias sociais da própria OAB Subseção Guarabira, Prefeituras Municipais, campanhas eleitorais e demais contratantes. Sempre coloco o meu empenho profissional na realização de tais tarefas.

Por fim esclareço que minhas posições políticas nunca foram impedimento para o exercício de minha atividade perante a CMG, sendo isto de reconhecimento de todos os vereadores. Se o nobre jornalista “estranha” esse fato talvez viva ainda no tempo em que os cargos de gestão sejam sempre “dos amigos do rei” cujo critério de escolha para ocupação de cargos passe mais pelo apelo partidário do que pela preponderância do critério técnico.

Sildemberg Gomes